A Inteligência Emocional

 

 

Sabe-se hoje que o conceito de inteligência não se baseia somente nos conteúdos de memória e no raciocínio, razão pela qual os testes que mediam apenas o QI falhavam muitas vezes. Eles se baseavam nas características de uma determinada população sem levar em conta as  diferenças que poderiam haver em termos de idade, cultura e vivência.

Outros fatores, como a emoção, por exemplo, também afetam o desempenho das pessoas, pois eles permitem definir os traços da personalidade, marcando o desempenho não só nos testes, como também na maneira como se interage com as pessoas que nos cercam, no tipo de profissão que se deve escolher e exercer, e de que maneira fazê-lo, visto que dependendo destas características, as pessoas desempenham de maneiras diferentes a mesma função.

Usando-se técnicas especiais, pode-se ajudar a modificar algumas dessas características, como por exemplo, problemas de baixa auto-estima. Existem técnicas que podem ajudar a aumentar a auto-imagem, influenciando e modificando a visão de vida desta pessoa. Chamamos a isto de inteligência emocional, onde analisamos as diversas características da inteligência, aprendendo a conhecer a nós e aos outros, e, com isso, permitindo uma melhor avaliação de nossas possibilidades no trabalho, nos esportes, nos nossos relacionamentos e abrindo novas perspectivas em nossa vida.

Conhecendo,  cada um, as suas próprias características, será mais fácil fazer planejamentos e decidir sobre os respectivos caminhos a serem seguidos. Acrescente-se a isso que com essas técnicas há uma melhora no desempenho do indivíduo a nível de mercado de trabalho, bem como a nível de relacionamento com as outras pessoas, e com o ambiente que o cerca.

 

Selma Di Iulio

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